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Dia Internacional da Mulher – Solange Frazão
Você sabe que dia foi criado o dia Internacional da Mulher? Foi em 1910, durante a Segunda Conferência Internacional da Mulher Socialista, em Copenhague, uma mulher chamada Clara Zetkin propôs que fosse criado o Dia Internacional da Mulher, sendo escolhido o dia 8 de março porque nessa data, em 1857, cento e vinte e nove tecelãs de uma fábrica de tecidos, em Nova Iorque, foram carbonizadas durante uma reivindicação por melhores condições de trabalho. Em 1975, a ONU incluiu o dia 8 de março em seu calendário oficial de comemorações, e a data passou a ser reconhecida como marco da luta feminina pela defesa dos direitos humanos.
E para comemorar um dia tão importante a BPW Londrina em parceria com a Plaenge e o Núcleo de Academias, convidou a especialista em beleza e saúde Solange Frazão com a Palestra: Vida Moderna X Qualidade de Vida. As mulheres trocaram seus convites por dois kilos de alimentos que foram doados para Casa e Maria e Casa de Dalia, depois da palestra as mais de 400 convidadas foram recepcionadas com um coquetel no espaço de decorados da Plaenge.
No dia a BPW Londrina também laçou sua campanha “Sou doadora e Vida”, com a finalidade de conscientizar as mulheres da importância do ato de solidariedade da doação de sangue, de medula óssea e de órgãos.
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Doação de Órgãos
O transplante de órgãos é sem duvida um dos maiores avanços da medicina do século XX, mas só é possível com a doação de órgãos e tecidos.
Temos em nosso país a Lei 9434, que regulamenta o processo da doação e do transplante. Um amplo diálogo com a sociedade tornará essa realidade possível. Um diálogo livre e esclarecedor que permita que cada um conheça o processo e de forma autônoma possa fazer sua escolha.
As 10 Perguntas mais Frequentes sobre Doação de Órgãos:
1- È difícil ser um doador?
Não. É muito fácil e não exige nenhuma burocracia. Basta você conversar com os seus familiares e deixar bem claro a sua vontade de doar os órgãos. Não há necessidade de deixar nenhum documento assinado, pois os órgãos somente são doados com a autorização expressa dos familiares.
2- Se no momento da minha morte os meus familiares não assinarem o termo de doação de órgãos, mesmo que eu tenha manifestado em vida a minha vontade, o que acontecerá com os meus órgãos?
Nada. Ninguém irá retira-los, pois os seus familiares não concordaram com a doação. Por esse motivo, é muito importante que os seus familiares diretos estejam bem esclarecidos da sua vontade. Quando isto acontece, ela é sempre respeitada.
3- Qual a diferença entre morte encefálica e coma? Quem está em coma pode doar órgãos?
A morte encefálica, comumente conhecida como morte cerebral, representa a perda irreversível das funções vitais que mantêm a vida, como perda da consciência e da capacidade de respirar, o que significa que o individuo está morto. O coração permanece batendo por pouco tempo e é neste período que os órgãos podem ser utilizados para transplante. O coma representa uma lesão cerebral grave, mas que pode ser reversível e portanto, o paciente não é doador de órgãos. A morte encefálica também não deve ser confundida com o estado vegetativo persistente, em que o paciente tem uma lesão cerebral, permanece em coma por meses ou anos, mas mantém a capacidade de respirar.
No entanto, se o indivíduo em coma ou estado vegetativo persistente evoluir para um quadro de morte encefálica, que é irreversível poderá se tornar um doador.
4- É muito difícil fazer o diagnóstico diferencial entre morte encefálica e coma?
Não. Por meio de exame clínico é possível fazer o diagnóstico de cada um deles. Esse é um processo frequente e muito seguro no Brasil, que possui um dos protocolos de morte encefálica mais rígidos do mundo. No nosso país, a morte encefálica precisa ser confirmada por dois médicos especialistas e por exames específicos, o que torna o diagnóstico seguro.
5- Como os órgãos são distribuídos? Existe uma fila dos receptores de órgãos?
Todo paciente que necessita de um transplante precisa obrigatoriamente estar inscrito em uma Central de Transplantes da Secretaria de Estado da Saúde distribuída pelos diferentes estados do Brasil. No registro são colocados os dados do candidato ao transplante e, a partir de então ele aguarda por um órgão que seja compatível com as suas características.
As filas são controladas pelas Centrais de Transplantes de tal forma que os critérios médicos e ordem de inscrição são totalmente respeitados. Portanto a fila de espera por um órgão não funciona unicamente por ordem de inscrição. Primeiro, o órgão precisa ser compatível com o receptor. Depois é selecionado, daqueles compatíveis, quem tem maior tempo de espera na lista. Para isso, se conta com um programa de computador que faz a distribuição dos órgãos de forma muito bem determinada.
6- Os órgãos podem ser vendidos? Quanto custa cada um deles?
Não! Qualquer manifestação de vender ou comprar órgãos é crime. Nenhum transplante de órgãos é realizado no Brasil sem o conhecimento das Centrais de Transplantes das Secretarias de Estado da Saúde, portanto esta possibilidade não ocorre. Doação é um ato de livre e espontânea vontade e de amor ao próximo.
7- Noticias sobre pessoas que foram sequestradas e tiveram os seus órgãos retirados têm fundamento?
Não. O transplante é uma operação muito delicada e realizada somente em Centro Cirúrgico e em Hospitais Especializados. Os órgãos são distribuídos para estes hospitais pelas Centrais de Transplantes. Portanto, estas notícias são completamente infundadas e prestam total desserviços à população.
8- Quais os órgãos podem ser doados em vida e quais podem ser doados após a morte?
A falta de doadores falecidos faz com que se utilize a doação intervivos. Nesse caso, é possível doar um dos rins, que é o transplante intervivos mais comum. Em situações especiais pode se doar parte do fígado ou do pulmão.
Do doador falecido podem ser retirados para transplante: 2 córneas, 2 rins, 2 pulmões, fígado, coração, pâncreas, intestino, pele, ossos e tendões. Um único doador pode salvar muitas vidas.
9- Todo indivíduo em morte encefálica é doador? Conheço famílias que doaram, mas os órgãos não foram utilizados. Isto é possível?
Sim. Há casos em que as famílias querem doar, concordam com a doação, mas os órgãos não podem ser utilizados. Isso acontece se o doador for portador de doença infecto-contagiosa, tiver permanecido por tempo prolongado em choque ou tiver diagnóstico de câncer. Em situações raras, a distância entre doador e receptor pode comprometer a qualidade de preservação do órgão.
Nestas situações, as famílias são comunicadas sobre o motivo da recusa dos órgãos e não devem ficar aborrecidas, pois a vontade do doador foi totalmente respeitada.
10- Como fica o corpo do doador após a retirada de múltiplos órgãos? Fica muito deformado?
A retirada de órgãos é um procedimento cirúrgico muito delicado, que não causa a mutilação do corpo. São retirados apenas os órgãos para ser transplantadas, como se fosse uma cirurgia de rotina, após a qual o corpo é liberado aos familiares para o sepultamento.
Fonte: Associação Brasileira de Órgãos. www.abto.org.br
Sou Doadora de Vida
Com a finalidade de conscientizar as mulheres da importância do ato de solidariedade da doação de sangue, de medula óssea e de órgãos a Business Professional Women – Associação de Mulheres de Negócio e Profissionais – BPW Londrina, realizou, no dia 08 de março de 2012, às 19hs 30mim, a abertura oficial da Campanha BPW Brasil “SOU DOADORA DE VIDA”. O evento aconteceu na Central de Decorados Plaenge, com a Palestra de Solange Frazão “Vida Moderna X Qualidade de Vida”.
A BPW Londrina pretende ajudar na desmistificação da doação de sangue, de medula óssea, e de órgãos entre o público feminino, principalmente entre as futuras profissionais da área da saúde, empresárias e mulheres de nossa comunidade. É preciso despertar a consciência que somos agentes de mudança em nossa sociedade e que as mulheres BPW são referencia de profissionais em suas áreas de atuação.
A BPW Londrina lança em 2012 a Campanha Nacional “SOU DOADORA DE VIDA” que foi idealizada pela Presidente da BPW Brasil, a jornalista Sueli Batista, em conjunto com a Dra. Hilvanete Monteiro Fortes, na BPW Cuiabá no ano de 2002 para conscientização da doação de sangue entre o público feminino.
A Campanha que iniciamos esse ano terá uma abordagem mais ampla, no diz respeito à questão que envolve a doação de sangue, medula óssea e órgãos. Será uma Campanha informativa que tem por objetivo sensibilizar e formar agentes multiplicadores na comunidade. E que será modelo para as BPWs que estão em 21 cidades do nosso país.
Para tanto, realizaremos os trabalhos em parceria com a Comissão de Procura de Órgãos da 17ª Regional de Saúde, Universidade Norte do Paraná, Hemocentro do HU, Hospital Evangélico de Londrina e Hospital Universitário da Universidade Estadual de Londrina. Serão promovidos nos dias 12 e 19 de março de 2012, em Londrina e Arapongas o SIMPÓSIO “SOU DOADORA DE VIDA”, um encontro destinado aos alunos que oportunizará o repasse de informações sobre o tema. Haverá também uma oficina de sensibilização, com metodologia que visa auxiliar o aluno na difusão dessas informações em sua prática profissional e na sociedade.
Programação do Simpósio e das Oficinas de Sensibilização:
PROGRAMA
Dia 12/03/2012
19h30minhs - ABERTURA – CAMPANHA “SOU DOADORA DE VIDA”
Hertha Leitão Neves – Coordenadora do Comitê de Saúde da BPW Brasil e Coordenadora da Comissão de Saúde BPW Londrina.
20h00minhs – A DOAÇÃO DE SANGUE – UM PANORAMA REGIONAL
Palestrante: Dra. Mariza Saito Médica Diretora do Hemocentro Regional de Londrina. Mestre em Saúde Publica e especialista em Auditoria Médica.
20h25minhs – A DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS PARA TRANSPLANTE
Palestrante: Enfa Ogle Beatriz Bacchi de Souza. Enfermeira especializada em Bioética. Coordenadora da Comissão de Procura de órgãos e Tecidos para Transplante Regional de Londrina.
20h50minhs – A MORTE ENCEFÁLICA.
Palestrante: Dr. Marcos Dias, Neurocirurgião Oncológico e Funcional do Hospital Evangélico de Londrina e ISCAL, Membro Titular da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia e Fellow da Universidade de Montreal – Canadá
21h15minhs - TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA
Palestrante : Dra. Letícia Gordan, Médica Hematologista com especialização em Transplantes de Medula Óssea, Médica responsável Técnica da Unidade de Medula Óssea do Hospital Universitário Regional Norte do Paraná.
21h40minhs - DEBATE FINAL
LOCAL: AUDITÓRIO DA UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ
Rua Paris, 675 Jd. Piza
Dia 19/03/2012
19h30minhs - Oficina de Sensibilização em Doação de Órgãos e Tecidos – Formando Multiplicadores
LOCAL : SALA 811.
Informações:
Telefone: 43-3379-6078 e-mail: transplante.17rs@sesa.pr.gov.br
ARAPONGAS
Simpósio “SOU DOADORA DE VIDA”.
PROGRAMA
Dia 19/03/2012
19h30minhs - ABERTURA -– CAMPANHA “SOU DOADORA DE VIDA” Hertha Leitão Neves – Coordenadora do Comitê de Saúde da BPW Brasil e Coordenadora da Comissão de Saúde BPW Londrina
20h00minhs – A DOAÇÃO DE SANGUE – UM PANORAMA REGIONAL
Palestrante: Dra. Mariza Saito Médica Diretora do Hemocentro Regional de Londrina. Mestre em Saúde Publica e especialista em Auditoria Médica.
20h25minhs – A DOAÇÃO DE ÓRGÃOS –E TECIDOS PARA TRANSPLANTE
Palestrante: Enf. Ogle Beatriz Bacchi de Souza. Enfermeira especializada em Bioética . Coordenadora da Comissão de Procura de órgãos e Tecidos para Transplante Regional de Londrina
20h50minhs - A MORTE ENCEFÁLICA
Palestrante: Dr. Marcos Dias ,Neurocirurgião Oncológico e Funcional do Hospital Evangélico de Londrina e ISCAL, Membro Titular da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia e Fellow da Universidade de Montreal – Canadá.
21h15minhs - TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA
Palestrante : Dra. Letícia Gordan, Médica Hematologista com especialização em Transplantes de Medula Óssea, Médica responsável Técnica da Unidade de Medula Óssea do Hospital Universitário Regional Norte do Paraná.
21h40minhs - DEBATE FINAL
LOCAL: AUDITÓRIO DA UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ
Rodov. PR 218 km 01 – ARAPONGAS
Dia 29/03/2012
19h30minhs - Oficina de Sensibilização em Doação de Órgãos e Tecidos – Formando Multiplicadores
LOCAL : SALA…811
PARTICIPE. Realizaçao Comissão de Saúde.
Movimento Outubro Rosa
O Movimento internacional conhecido como Outubro Rosa é comemorado atualmente em todo o mundo. O objetivo é alertar as mulheres a respeito da importância da prevenção com o diagnóstico precoce do câncer de mama. O nome simboliza a cor do laço rosa que ficou mundialmente relacionado à luta contra o câncer de mama, o qual é responsável pela alta mortalidade de mulheres em todo o mundo, e que motiva a participação da população, das empresas e diversas entidades.
Esse movimento começou nos Estados Unidos, onde aconteciam várias ações isoladas na prevenção do câncer de mama e campanhas para realização da mamografia no mês de outubro. Depois o Congresso Americano oficializou a campanha nacional de prevenção do câncer de mama, no mês de Outubro.
Quanto ao laço cor de rosa, foi criado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e entregue aos participantes da primeira Corrida pela Cura, em 1990 em Nova York, a qual continua sendo realizada anualmente nesta cidade.
Além da distribuição dos laços cor de rosa, surgiu à ação de iluminar de rosa prédios públicos, pontes, museus, monumentos, etc. Não há informação oficial de como, quando e onde foi realizada a primeira iluminação. O que importa é que foi para chamar a atenção da população e que pudesse ser feita em qualquer lugar, bastando apenas adequar à iluminação já existente.
O Movimento do Outubro Rosa se popularizou globalmente de forma singela, bonita e feminina, fato que motivou e uniu diversos povos em torno de uma causa tão importante para prevenção da saúde das mulheres. A iluminação em rosa, a distribuição e uso do laço cor de rosa, tornou-se uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar no mundo.
Lembre-se que só a mamografia é capaz de detectar tumores ainda em fase inicial, ou seja, quando eles são menores de um centímetro, pequenos demais para serem percebidos na palpação. Enfim, Fundamental e insubstituível, não deixe para depois. Escolha o seu Dia Rosa para cuidar-se. Sua saúde vai te agradecer.


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